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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Como fazer planejamento colaborativo


         Planejar com seus colegas de trabalho é sempre um desafio, por conta dos horários e atividades escolares.  Um recurso que pode ajudar com esse problema é a nuvem.  A nuvem permite que você crie um documento e o armazene on line e que outras pessoas selecionadas por você possam editar o documento simultaneamente. Por exemplo, você pode criar um planejamento em um editor de texto (WIKI) e compartilhar com seu colega de turma, dessa forma tanto seu colega como você podem elaborar o texto de planejamento e ter acesso a contribuição do outro.Apresento como proposta realizar um planejamento em grupo utilizando a nuvem como recurso onde os autores possam construir um planejamento colaborativamente.


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Educação On Line.




      A Educação  é um grande desafio no nosso século, o encontro presencial tem ficado caro, muitas vezes as pessoas demoram muito ou gastam muito no deslocamento e isso tem feito a Educação On line crescer como uma opção para minimizar esses problemas.
     Nesse cenário de Educação On Line muitas iniciativas interessantes outras nem tanto tem surgido.  Grandes universidades resolveram entrar na  modalidade, principalmente as grandes e renomadas. O resultado disso é o surgimento de uma grande diversidade de iniciativas  dando a oportunidade de escolha ao estudante.
     A tecnologia tem avançado nesse campo de EAD, e hoje já é possível um professor individualmente ou em grupos oferecer cursos com salas on Line, ou mesmo ter seu canal no YouTube. A Educação tem encontrado muitas possibilidades nas ferramentas tecnológicas, muitos cursos, canais e salas on line tem surgido. Veja alguns Bons Exemplos nos links abaixo:

        

terça-feira, 30 de maio de 2017

Escola também é lugar de tecnologia – Parte 2





Gisele Cordeiro, coordenadora pedagógica do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, posa para foto com seus alunos, que usam computadores e tablets para ensinar aos professores como se inserir no universo online. (Foto: Victor Malta)
Na semana passada, apresentei situações reais para exemplificar que o uso de novas ferramentas tecnológicas em sala de aula tem sido mais tema de debate do que de prática no auxílio ao trabalho pedagógico.
O fato é que uma parcela significativa de nós, educadores, não teve em nossa formação nenhum contato com as novas tecnologias. Aliás, se pararmos pra pensar, o uso maciço de computadores, smartphones, tablets e afins é muito recente, além de muito impactante, em nossa sociedade. A comunicação virtual, assim como todo o universo tecnológico, veio para ficar. Ela é uma marca do mundo pós-moderno e não tem como fugirmos desse fato .
Sendo assim, como lidar com tais inovações? Permitir a entrada desses equipamentos em sala coloca a aula em risco?
Respondo a essas perguntas com outras indagações: por que não aceitar o uso da tecnologia em minha aula? Porque não quero ou porque não sei como utilizá-la? Percebam que as respostas são de naturezas diferentes. Ao assumir que não quero abrir espaços pedagógicos para novas ferramentas, devo também admitir, ainda que intimamente, que não quero sair da minha zona de conforto. Em outras palavras, acredito que minhas aulas já são instigantes e desafiadoras o suficiente para a construção de novos conhecimentos. Porém, se minha resposta está próxima à “porque não sei como utilizar a tecnologia”, a possibilidade para novas aprendizagens já está aberta!
É importante deixar claro que não estão em discussão o som alto do celular e o atender ou fazer chamadas durante os estudos. É evidente que tais atitudes são inapropriadas e desrespeitam qualquer espaço coletivo onde o foco da atenção é um só, da sala de aula às palestras. Entretanto, agir assim não é uma exclusividade dos alunos: durante minhas aulas para professores, já ouvi de toque de chamadas a conversas sussurradas… A lógica é sempre a mesma: trabalhar somente em direção à proibição e ao controle – reguladores externos – compromete o desenvolvimento da autonomia e, no caso específico dos celulares e afins, gera inúmeros casos de tensão. Em sentido oposto, se introduzirmos regularmente no planejamento momentos em que os equipamentos dos alunos sejam utilizados para pesquisas, buscas, jogos e desafios, caminharemos em direção à autorregulação, portanto, à autonomia.
Como solucionei a questão
A fórmula é simples: toda semana, em ao menos uma das minhas aulas, abro espaço para que, individualmente ou em grupo – no caso de nem todos possuírem a ferramenta tecnológica – os alunos acionem seus equipamentos com a finalidade de contribuição pedagógica. Assim, é possível que lancemos questões a serem pesquisadas nos smartphones ou tablets: complementações de informações trabalhadas, verificações de datas e lugares, biografias e obras, desafios matemáticos e jogos de lógica ou até mesmo dicionários e tabuadas. O fato é que, desse modo, o aluno se predispõe muito mais a utilizar seus equipamentos em sala conforme as solicitações e demandas da aula do que somente para enfrentar e/ou desrespeitar à regra pré-estabelecida.
Há a garantia de que não usarão o WhatsApp ou as redes sociais? Claro que não. Porém, tais escolhas oferecem boas oportunidades para que os contratos de sala sejam lembrados e cobrados pelo grupo sem que o aluno que rompeu o elo da confiança se sinta no direito de argumentar em seu próprio favor.
A importância dos combinados
Um dos professores com quem trabalho – e que utiliza as tecnologias em suas aulas – chegou na sala da direção com um celular nas mãos, acompanhado de sua dona, uma aluna de 8º ano. Ele relatou que, ao ouvir o toque do aparelho, perguntou à dona se era uma ligação de alguém da família. A garota respondeu que não e foi orientada para que desligasse. Como o pedido não foi acatado, a situação foi resolvida entre a coordenação e a aluna, que percebeu que havia “pisado na bola”. Afinal, o professor teve inclusive o cuidado de perguntar se seria uma ligação da família, demonstrando, portanto, preocupação caso houvesse realmente a necessidade de atender à ligação. A aluna, numa tomada de consciência, disse inclusive que deixaria o celular em casa porque estava tendo dificuldades em mantê-lo junto de si sem usá-lo fora do momento oportuno.
O que fica para nós não é a certeza de que essa garota (ou qualquer outro aluno) consiga sempre cumprir com os combinados. Mas, sim, a segurança de que nossa intervenção se orienta pela relação de respeito mútuo e possibilita o exercício da reflexão e da autorregulação, caminhando para a autonomia dos alunos, tão desejada por todos nós.
E com você? Já houve casos de enfrentamento ou de boa utilização da tecnologia? Compartilhe conosco nos comentários abaixo.
Cumprimentos mineiros e até a próxima segunda.Gisele Cordeiro, coordenadora pedagógica do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, posa para foto com seus alunos, que usam computadores e tablets para ensinar aos professores como se inserir no universo online. (Foto: Victor Malta)
Na semana passada, apresentei situações reais para exemplificar que o uso de novas ferramentas tecnológicas em sala de aula tem sido mais tema de debate do que de prática no auxílio ao trabalho pedagógico.
O fato é que uma parcela significativa de nós, educadores, não teve em nossa formação nenhum contato com as novas tecnologias. Aliás, se pararmos pra pensar, o uso maciço de computadores, smartphones, tablets e afins é muito recente, além de muito impactante, em nossa sociedade. A comunicação virtual, assim como todo o universo tecnológico, veio para ficar. Ela é uma marca do mundo pós-moderno e não tem como fugirmos desse fato .
Sendo assim, como lidar com tais inovações? Permitir a entrada desses equipamentos em sala coloca a aula em risco?
Respondo a essas perguntas com outras indagações: por que não aceitar o uso da tecnologia em minha aula? Porque não quero ou porque não sei como utilizá-la? Percebam que as respostas são de naturezas diferentes. Ao assumir que não quero abrir espaços pedagógicos para novas ferramentas, devo também admitir, ainda que intimamente, que não quero sair da minha zona de conforto. Em outras palavras, acredito que minhas aulas já são instigantes e desafiadoras o suficiente para a construção de novos conhecimentos. Porém, se minha resposta está próxima à “porque não sei como utilizar a tecnologia”, a possibilidade para novas aprendizagens já está aberta!
É importante deixar claro que não estão em discussão o som alto do celular e o atender ou fazer chamadas durante os estudos. É evidente que tais atitudes são inapropriadas e desrespeitam qualquer espaço coletivo onde o foco da atenção é um só, da sala de aula às palestras. Entretanto, agir assim não é uma exclusividade dos alunos: durante minhas aulas para professores, já ouvi de toque de chamadas a conversas sussurradas… A lógica é sempre a mesma: trabalhar somente em direção à proibição e ao controle – reguladores externos – compromete o desenvolvimento da autonomia e, no caso específico dos celulares e afins, gera inúmeros casos de tensão. Em sentido oposto, se introduzirmos regularmente no planejamento momentos em que os equipamentos dos alunos sejam utilizados para pesquisas, buscas, jogos e desafios, caminharemos em direção à autorregulação, portanto, à autonomia.
Como solucionei a questão
A fórmula é simples: toda semana, em ao menos uma das minhas aulas, abro espaço para que, individualmente ou em grupo – no caso de nem todos possuírem a ferramenta tecnológica – os alunos acionem seus equipamentos com a finalidade de contribuição pedagógica. Assim, é possível que lancemos questões a serem pesquisadas nos smartphones ou tablets: complementações de informações trabalhadas, verificações de datas e lugares, biografias e obras, desafios matemáticos e jogos de lógica ou até mesmo dicionários e tabuadas. O fato é que, desse modo, o aluno se predispõe muito mais a utilizar seus equipamentos em sala conforme as solicitações e demandas da aula do que somente para enfrentar e/ou desrespeitar à regra pré-estabelecida.
Há a garantia de que não usarão o WhatsApp ou as redes sociais? Claro que não. Porém, tais escolhas oferecem boas oportunidades para que os contratos de sala sejam lembrados e cobrados pelo grupo sem que o aluno que rompeu o elo da confiança se sinta no direito de argumentar em seu próprio favor.
A importância dos combinados
Um dos professores com quem trabalho – e que utiliza as tecnologias em suas aulas – chegou na sala da direção com um celular nas mãos, acompanhado de sua dona, uma aluna de 8º ano. Ele relatou que, ao ouvir o toque do aparelho, perguntou à dona se era uma ligação de alguém da família. A garota respondeu que não e foi orientada para que desligasse. Como o pedido não foi acatado, a situação foi resolvida entre a coordenação e a aluna, que percebeu que havia “pisado na bola”. Afinal, o professor teve inclusive o cuidado de perguntar se seria uma ligação da família, demonstrando, portanto, preocupação caso houvesse realmente a necessidade de atender à ligação. A aluna, numa tomada de consciência, disse inclusive que deixaria o celular em casa porque estava tendo dificuldades em mantê-lo junto de si sem usá-lo fora do momento oportuno.
O que fica para nós não é a certeza de que essa garota (ou qualquer outro aluno) consiga sempre cumprir com os combinados. Mas, sim, a segurança de que nossa intervenção se orienta pela relação de respeito mútuo e possibilita o exercício da reflexão e da autorregulação, caminhando para a autonomia dos alunos, tão desejada por todos nós.
E com você? Já houve casos de enfrentamento ou de boa utilização da tecnologia? 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O discurso de ódio nas redes sociais!




     Esta semana fomos surpreendidos com uma notícia horripilante, uma lanchonete na Zona Norte carioca estaria utilizando carne de cães para rechear pastéis. Foram encontrados vários animais congelados no estabelecimento. A lanchonete era de propriedade de um chinês, que tentou explicar essa barbárie com o fato de que em seu país natal seria comum o consumo de cachorros.
   Desde então, começou uma onda de discursos ignorantes e preconceituosos contra os chineses.  Fiquei impressionada com a reação de algumas pessoas nas redes sociais que plantavam o ódio a toda uma população que sequer conhecem.
   Essa história me chamou atenção por dois motivos: o primeiro porque meu esposo é taiwanês e está sendo alvo de preconceito, e o segundo, de como as pessoas são capazes de afirmar discursos que não tem fundamento algum.
   Eram tantas pessoas chamando os chineses de malditos, porcos, etc que eu ficaria com medo de sair na rua se fosse oriental. Chegavam mesmo a dizer que todos os chineses estavam aqui ilegalmente e que todos tinham esse hábito de comer cachorros.  
Vamos lá, muito chineses vem pra cá em busca de uma vida melhor e são muito trabalhadores e disciplinados. E não é comum ou permitido o consumo de carne de cachorro na China.
   O problema que essas pessoas que plantam o ódio não querem ouvir nada, ou aprender nada, apenas pregam boicote, deportação, violências de todo o tipo à toda uma população de imigrantes orientais que se quer conhecem. Esse é o estopim para a violência desmedida de pessoas que compartilham calúnias e coisas inúteis nas redes sociais.
    Acredito que temos a obrigação de disseminar um discurso mais humano e ponderado nas redes, caso contrário teremos mais um ambiente (dessa vez virtual) poluído pela maldade e ignorância humana.
    Vamos combater isso com conhecimento, inovação, solidariedade #humanizarasredes!



Veja um pouco dos comentários cheios de ódio que disseminaram nas redes sociais essa semana. Em tempo, os comentários foram retirados do Facebook, mas ocultei as identidades das pessoas para preservá-las, embora elas não tenham preservado os imigrantes orientais que vivem aqui de acordo com as leis brasileiras.
   

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S A G Deviam deportar esse povo miserável... Eles foram chegando de mansinho e agora estão aí, vendendo desde pastel de cachorro à bugigangas Trazidas da própria China. Eles não estão aqui pq gostam do Brasil, e sim, pq o Brasil não existe uma política correta. As Leis são consideradas falhas, e nisso, eles se usufruem.

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J V M M Pastelaria chinesa todas imundas. Não sei como o povo tem coragem de comer nesses lugares. Vamos dá um basta nesses desumanos. Por favor, não entrem em pastelaria chinesa, vamos nos unir pelos nossos amigos que foram sacrificados.

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P V o Brasil tinha que se fechar para os estrangeiros igual os outros países fazem eles acham que como é na terra deles pode ser aqui também 
isso é horrível cade as autoridades?
coitados destes cães.....

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A L C Essa raça deveria ser proibida de entrar em nosso país e principalmente de abrirem qualquer tipo de comércio... #repúdio #odio #justiça

·         R A d B Colocar esse povo para fora do Brasil e só não comer mais no chiqueiro deles

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E M M ESSES XING LING VEM PRA CÁ QUE É LONGE ABEÇA DA CASAS DELES E AINDA NÃO RESPEITA A NOSSA CULTURA. SE LÁ ELES COMEM RATOS, COMEM BARATAS, COMEM CACHORRO ISSO É PROBLEMA DELES. NA MINHA OPINIÃO O QUE NÃO PODE É CHEGAR NO PAÍS DE OUTRA CULTURA, NO CASO O NOSSO E USAR DE SAFADEZA POR QUE PRA MIM ELES TÃO SENDO SÁBADOS!!!!! #NUNCA MAIS COMO NADA EM UM XING LING.
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V M S Depois que eu vi que na China é comum a rinha de cães, onde isso só termina onde um dos animais morrem, eu quero mais é ver os chineses sofrendo. Eu acho que cada um tem aquilo merece. Antes eu me sentia muito mal quando via histórias de trabalho escravo na China, mas hj eu penso que cada um recebe de volta aquilo que merece.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Como fazer planejamento colaborativo (utilizando a nuvem como recurso)

Planejar com seus colegas de trabalho é sempre um desafio, por conta dos horários e atividades escolares.  Um recurso que pode ajudar com esse problema é a nuvem.  A nuvem permite que você crie um documento e o armazene on line e que outras pessoas selecionadas por você possam editar o documento simultaneamente. Por exemplo, você pode criar um planejamento em um editor de texto e compartilhar com seu colega de turma, dessa forma tanto seu colega como você podem elaborar o texto de planejamento e ter acesso a contribuição do outro.
  Os recursos de nuvem mais utilizados são: Google drive e One drive, basta ter uma conta no Gmail ou Outlook para ter acesso a ferramenta.  Com a ferramenta é possível editar colaborativamente arquivos de editores de texto, planilhas e até apresentações.

Para saber mais, acesse a Educopédia – cursos para professores-Transformação 3.0- aula 21.

Veja o link:http://www.educopedia.com.br/









segunda-feira, 13 de abril de 2015

Além do Quadro Negro – A Educação Rompendo a Barreira do Tempo/Espaço



Marc Prensky(1) cunhou um termo que norteia bem o assunto desta discussão: Nativo Digital (2) (2001). O aluno de hoje nasceu imerso em informações que são mediadas por novas tecnologias digitais. Tablets e smartphones, assim como Youtube e Google, fazem parte de seu cotidiano desde cedo. Mais que isso, os educandos e também os educadores estão inseridos no que Pierre Lévy (3) chama de Cibercultura (4) (1999), onde compramos, nos comunicamos e inclusive aprendemos dentro do ambiente virtual, cada vez mais conectados, de forma colaborativa e não linear.
                Por que então a escola, que está inserida no contexto dessa sociedade, ainda mostra resistência a adequar seu fazer pedagógico a essa realidade?
                A questão é um pouco mais complexa. Utilizar um computador em sala não necessariamente significa adequação. Estamos falando de um novo conceito metodológico que utiliza esse espaço virtual a favor de uma nova experiência de aprendizagem e prepara o aluno para novos desafios. É a quebra da barreira de espaço da sala de aula e dos cinquenta minutos de cada tempo, entendendo que a informação pode ser obtida de qualquer lugar a qualquer hora, mas que ainda precisa de uma mediação.
Esse é o tema da aula 32 do Curso para Professores disponível na Plataforma Educopédia(5): como colocar em prática uma aula que utilize recursos tecnológicos, organizando a metodologia a um planejamento consistente e relevante. É o que chamamos de Transformação 3.0.
A aula aborda uma série de novas situações do cotidiano do professor e levanta discussões importantes para o ensino no século XXI.





As aulas são autoexplicativas, onde o professor ou interessado no assunto tem contato com o conteúdo de maneira hipermidiática, ou seja, por vídeos, charges, texto e até hiperlinks para aprofundamento do assunto. O design instrucional leva em consideração uma linguagem intuitiva, clara e objetiva.

                                                                                                                           (Por Vinicius farias ) 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Dica de como economizar em suas compras na net.

   Comprar na internet está virando mania entre os brasileiros , nós consumistas não resistimos ás ofertas on line que aparecem em  cascata nos sites. E ,com isso, aparece uma infinidade de aplicativos e sites que buscam melhores preços, ofertam cupons de desconto e etc.

   Essa semana testei o REDUZA.COM. O site é bem simples e eu recomendo.  Ele tenta maiores descontos  nas lojas on line de sua escolha. Para isso,  basta você escolher o produto que deseja comprar na sua loja de preferência. Depois,  é só  copiar o link do produto da barra de endereço e colar no local indicado no site e pronto! O Reduza busca mais desconto no produto e você em seguida pode efetuar a compra , pois será redirecionado para a loja, onde o desconto foi aplicado.