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quarta-feira, 22 de abril de 2015

O discurso de ódio nas redes sociais!




     Esta semana fomos surpreendidos com uma notícia horripilante, uma lanchonete na Zona Norte carioca estaria utilizando carne de cães para rechear pastéis. Foram encontrados vários animais congelados no estabelecimento. A lanchonete era de propriedade de um chinês, que tentou explicar essa barbárie com o fato de que em seu país natal seria comum o consumo de cachorros.
   Desde então, começou uma onda de discursos ignorantes e preconceituosos contra os chineses.  Fiquei impressionada com a reação de algumas pessoas nas redes sociais que plantavam o ódio a toda uma população que sequer conhecem.
   Essa história me chamou atenção por dois motivos: o primeiro porque meu esposo é taiwanês e está sendo alvo de preconceito, e o segundo, de como as pessoas são capazes de afirmar discursos que não tem fundamento algum.
   Eram tantas pessoas chamando os chineses de malditos, porcos, etc que eu ficaria com medo de sair na rua se fosse oriental. Chegavam mesmo a dizer que todos os chineses estavam aqui ilegalmente e que todos tinham esse hábito de comer cachorros.  
Vamos lá, muito chineses vem pra cá em busca de uma vida melhor e são muito trabalhadores e disciplinados. E não é comum ou permitido o consumo de carne de cachorro na China.
   O problema que essas pessoas que plantam o ódio não querem ouvir nada, ou aprender nada, apenas pregam boicote, deportação, violências de todo o tipo à toda uma população de imigrantes orientais que se quer conhecem. Esse é o estopim para a violência desmedida de pessoas que compartilham calúnias e coisas inúteis nas redes sociais.
    Acredito que temos a obrigação de disseminar um discurso mais humano e ponderado nas redes, caso contrário teremos mais um ambiente (dessa vez virtual) poluído pela maldade e ignorância humana.
    Vamos combater isso com conhecimento, inovação, solidariedade #humanizarasredes!



Veja um pouco dos comentários cheios de ódio que disseminaram nas redes sociais essa semana. Em tempo, os comentários foram retirados do Facebook, mas ocultei as identidades das pessoas para preservá-las, embora elas não tenham preservado os imigrantes orientais que vivem aqui de acordo com as leis brasileiras.
   

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S A G Deviam deportar esse povo miserável... Eles foram chegando de mansinho e agora estão aí, vendendo desde pastel de cachorro à bugigangas Trazidas da própria China. Eles não estão aqui pq gostam do Brasil, e sim, pq o Brasil não existe uma política correta. As Leis são consideradas falhas, e nisso, eles se usufruem.

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J V M M Pastelaria chinesa todas imundas. Não sei como o povo tem coragem de comer nesses lugares. Vamos dá um basta nesses desumanos. Por favor, não entrem em pastelaria chinesa, vamos nos unir pelos nossos amigos que foram sacrificados.

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P V o Brasil tinha que se fechar para os estrangeiros igual os outros países fazem eles acham que como é na terra deles pode ser aqui também 
isso é horrível cade as autoridades?
coitados destes cães.....

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A L C Essa raça deveria ser proibida de entrar em nosso país e principalmente de abrirem qualquer tipo de comércio... #repúdio #odio #justiça

·         R A d B Colocar esse povo para fora do Brasil e só não comer mais no chiqueiro deles

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E M M ESSES XING LING VEM PRA CÁ QUE É LONGE ABEÇA DA CASAS DELES E AINDA NÃO RESPEITA A NOSSA CULTURA. SE LÁ ELES COMEM RATOS, COMEM BARATAS, COMEM CACHORRO ISSO É PROBLEMA DELES. NA MINHA OPINIÃO O QUE NÃO PODE É CHEGAR NO PAÍS DE OUTRA CULTURA, NO CASO O NOSSO E USAR DE SAFADEZA POR QUE PRA MIM ELES TÃO SENDO SÁBADOS!!!!! #NUNCA MAIS COMO NADA EM UM XING LING.
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V M S Depois que eu vi que na China é comum a rinha de cães, onde isso só termina onde um dos animais morrem, eu quero mais é ver os chineses sofrendo. Eu acho que cada um tem aquilo merece. Antes eu me sentia muito mal quando via histórias de trabalho escravo na China, mas hj eu penso que cada um recebe de volta aquilo que merece.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Como fazer planejamento colaborativo (utilizando a nuvem como recurso)

Planejar com seus colegas de trabalho é sempre um desafio, por conta dos horários e atividades escolares.  Um recurso que pode ajudar com esse problema é a nuvem.  A nuvem permite que você crie um documento e o armazene on line e que outras pessoas selecionadas por você possam editar o documento simultaneamente. Por exemplo, você pode criar um planejamento em um editor de texto e compartilhar com seu colega de turma, dessa forma tanto seu colega como você podem elaborar o texto de planejamento e ter acesso a contribuição do outro.
  Os recursos de nuvem mais utilizados são: Google drive e One drive, basta ter uma conta no Gmail ou Outlook para ter acesso a ferramenta.  Com a ferramenta é possível editar colaborativamente arquivos de editores de texto, planilhas e até apresentações.

Para saber mais, acesse a Educopédia – cursos para professores-Transformação 3.0- aula 21.

Veja o link:http://www.educopedia.com.br/









segunda-feira, 13 de abril de 2015

Além do Quadro Negro – A Educação Rompendo a Barreira do Tempo/Espaço



Marc Prensky(1) cunhou um termo que norteia bem o assunto desta discussão: Nativo Digital (2) (2001). O aluno de hoje nasceu imerso em informações que são mediadas por novas tecnologias digitais. Tablets e smartphones, assim como Youtube e Google, fazem parte de seu cotidiano desde cedo. Mais que isso, os educandos e também os educadores estão inseridos no que Pierre Lévy (3) chama de Cibercultura (4) (1999), onde compramos, nos comunicamos e inclusive aprendemos dentro do ambiente virtual, cada vez mais conectados, de forma colaborativa e não linear.
                Por que então a escola, que está inserida no contexto dessa sociedade, ainda mostra resistência a adequar seu fazer pedagógico a essa realidade?
                A questão é um pouco mais complexa. Utilizar um computador em sala não necessariamente significa adequação. Estamos falando de um novo conceito metodológico que utiliza esse espaço virtual a favor de uma nova experiência de aprendizagem e prepara o aluno para novos desafios. É a quebra da barreira de espaço da sala de aula e dos cinquenta minutos de cada tempo, entendendo que a informação pode ser obtida de qualquer lugar a qualquer hora, mas que ainda precisa de uma mediação.
Esse é o tema da aula 32 do Curso para Professores disponível na Plataforma Educopédia(5): como colocar em prática uma aula que utilize recursos tecnológicos, organizando a metodologia a um planejamento consistente e relevante. É o que chamamos de Transformação 3.0.
A aula aborda uma série de novas situações do cotidiano do professor e levanta discussões importantes para o ensino no século XXI.





As aulas são autoexplicativas, onde o professor ou interessado no assunto tem contato com o conteúdo de maneira hipermidiática, ou seja, por vídeos, charges, texto e até hiperlinks para aprofundamento do assunto. O design instrucional leva em consideração uma linguagem intuitiva, clara e objetiva.

                                                                                                                           (Por Vinicius farias ) 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Dica de como economizar em suas compras na net.

   Comprar na internet está virando mania entre os brasileiros , nós consumistas não resistimos ás ofertas on line que aparecem em  cascata nos sites. E ,com isso, aparece uma infinidade de aplicativos e sites que buscam melhores preços, ofertam cupons de desconto e etc.

   Essa semana testei o REDUZA.COM. O site é bem simples e eu recomendo.  Ele tenta maiores descontos  nas lojas on line de sua escolha. Para isso,  basta você escolher o produto que deseja comprar na sua loja de preferência. Depois,  é só  copiar o link do produto da barra de endereço e colar no local indicado no site e pronto! O Reduza busca mais desconto no produto e você em seguida pode efetuar a compra , pois será redirecionado para a loja, onde o desconto foi aplicado.





quarta-feira, 8 de abril de 2015

Como Formar meninas cientistas? Já pensou nisso?

Como formar meninas cientistas? Já pensou nisso?


  Como professora de Ciências sempre fiquei intrigada em compreender a falta de interesse das meninas pela carreira científica. Parece que em determinado momento da vida escolar  meninos e meninas são levados para escolhas  distintas, onde a carreira cientifica  não faz parte do leque de opções femininas.
  Acredito que  isso possa ser mudado  na escola e  em casa, desde que as meninas possam ser motivadas a realizar e participar de atividades científicas. Atividades simples, como criar um vivário, um herbário ou até mesmo atividades on line.
 Pesquisando sobre o tema descobri o  Digigirlz, uma plataforma criada pela Microsoft para incentivar meninas (alunas de ensino médio) a conhecer melhor carreiras científicas. Na plataforma é possível participar de oficinas e cursos, criar seu próprio poadcast.









 Outra boa dica é a publicação: Sim, nós temos cientistas! E você pode baixar na Educoteca , a biblioteca da Educopédia.

http://educoteca.educopedia.com.br/livro/Default.aspx?livro=789